Conheça as vantagens de investir em franquias no interior

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Conheça as vantagens de investir em franquias no interior: Sair de grandes centros urbanos tem sido uma estratégia adotada por muitas redes de franquias para diminuir custos e ganhar mercado

As cidades do interior há muito deixaram de ser sombras das capitais dos estados brasileiros. De acordo com a ABF, só o interior de São Paulo possui mais de 600 redes de franquias em operação, que juntas somam quase 12 mil unidades. Os principais segmentos são alimentação (26%), esporte, saúde, beleza e lazer (15%) e educação e treinamento (13%). “O interior de São Paulo é um mercado onde ainda há muitas oportunidades para quem quer iniciar ou ampliar o seu negócio. O franchinsing é um setor consolidado no país, excelente opção para quem quer empreender”, disse Ricardo José Alves, diretor regional da ABF no interior de SP.

Expandir fora dos grandes sempre centros sempre foi mais atrativo para a Acqio Franchising – a marca desde sua criação, em 2015, buscou crescimento prioritário pelo interior dos estados. Kawel Lotti é diretor executivo rede de franquias especializada em pagamentos eletrônicos via POS (maquininhas de cartões), e segundo ele, “O nosso principal diferencial é oferecer um atendimento presencial e local em mais de 500 cidades do interior. Nesses municípios os nossos principais concorrentes não tem atuação presencial. O que chama atenção desse público para a marca? Nossa missão sempre foi de inclusão, disponibilizar para pequenos lojistas e profissionais liberais as mesmas soluções de pagamento eletrônico e parcelamento (até 12 vezes) como atuam os grandes varejistas”, falou.

Para isso, o executivo confia não só no desenvolvimento que proporciona ao mercado, mas também nos valores que apresenta. “Nossos preços das maquininhas são bem acessíveis – a partir de R$718, sem cobrança aluguel e taxas de transações baixas”, explicou.

“Atualmente está saindo de cena o velho fiado e outras formas de pagamentos típicos do interior, dando espaço ao comércio de pagamentos eletrônicos. Isso porque a segunda maneira permite o real recebimento e de forma bem segura. Estamos promovendo um trabalho de inclusão em todas as regiões do país, mas nossa meta é chegar aos interiores dos estados, lugares bem remotos”, explicou o gestor da empresa completando que a marca pretende chegar a mil unidades até o fim deste ano.

Kawel revela que a expectativa é positiva para os planos de expansão. “Vamos ter um produto barreira de entrada com custo muito agressivo. Nossos produtos atendem o público que precisa viabilizar as vendas por meio do pagamento de cartões, porém tem menor poder aquisitivo. Com essas forças a nosso favor, o objetivo para 2017 é superar 400 novas franquias no interior dos estados”, ressaltou Lotti.

“Os altos preços dos imóveis nos grandes centros urbanos, além do custo e qualidade de vida nestes locais, associado ao aumento potencial de consumo dos moradores em cidades do interior, tem tornado essas pequenas cidades promissoras para quem deseja investir. Por estes motivos que buscamos franqueados nessas regiões”, explica o diretor da TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos), rede de franquias que presta serviços e soluções em economia de água para imóveis físicos e jurídicos.

Apostar no interior não é mais um tiro no escuro, mas o mercado ainda está em expansão e se mostra ideal para modelos mais compactos, como o Vivenda em Casa, microfranquia criada pela rede Vivenda do Camarão. Segundo a rede, como muitas regiões no país não tem o suporte necessário para receber uma franquia tradicional da Vivenda, eles lançaram esse modelo de negócio, cujo investimento inicial é a partir de R$ 30 mil. O franqueado pode trabalhar de casa vendendo diversos produtos como pratos prontos congelados e bebidas, por um preço mais acessível, 30% mais barato que os valores praticados pelo mercado.

A A PremiaPão,rede de franquias especializada em propaganda em saco de pão, usa até mesmo um valor diferenciado em sua estratégia de expansão no interior do país: em cidades de até 100 mil habitantes, o investimento no modelo de negócio é de R$6 mil.

O objetivo é viabilizar cada vez mais seu crescimento, e por isso desenvolveu essa valor diferenciado com faturamento médio mensal de até R$ 6 mil, que possui um retorno do investimento de 1 a 2 meses. Segundo o diretor executivo de expansão e comercial da rede, Diego Castro, essas “pequenas” cidades estão em franca expansão o que possibilita o desenvolvimento da marca – até mesmo porque os grandes centros estão saturados pela grande oferta de demais empreendimentos. Além disso, é típico do interior manter a tradição da família reunida à mesa. Eles se juntam para encontros de almoço, até o café da tarde. E sempre há a mesa, o famoso pão de padaria – nada mais do que o principal fomentador dos trabalhos da PremiaPão!

Outra vantagem apontada foi o fato de os franqueados conseguirem se aproximar mais dos anunciantes e a oferta de mercado ser menor, o que aproxima o contato entre franqueado e anunciante. Nesse caso, a prospecção dos negócios se torna mais ampla e eficiente. Por ser uma mídia de alto impacto, que atinge uma média de 120 mil pessoas a cada tiragem (30 mil saquinhos), em uma cidade pequena, por exemplo, a probabilidade é que todos ou a maioria das pessoas sejam impactadas pela publicidade no saquinho. A meta da é inaugurar 113 unidades até o final deste ano nestas localidades.

Aproximadamente 60% da rede de franqueados da Bidon Corretora de Seguros esta em cidades do interior e a meta de crescimento para essas regiões é de 15% em 2017, principalmente, em cidades do estado do Rio Grande do Sul, onde a marca nasceu em 2010, além de Minas Gerais e São Paulo.

“Percebemos que as grandes capitais normalmente já estão com mercado altamente competitivos, tornando mais complexo a consolidação da marca por parte do franqueado. E em nossa área de atuação é fundamental um bom ciclo de relacionamento, fato que podemos encontrar em cidades do interior, onde podemos observar também uma grande vantagem chamada ‘fidelização ao franqueado’”, explica Henrique Mol, diretor executivo da marca.

Fonte: Sua Franquia (publicado em 27/01/2017)

Informações para a imprensa:
Fatos&Ideias Comunicação – (17) 3216-5809 – fatoseideias@fatoseideias.com.br

Franqueados de Minas Gerais surpreendem por altos índices de economia de água em estabelecimentos residenciais e comerciais

“Trabalhamos com um valor que agrada a todos os bolsos. E nosso prazo de retorno também chama atenção, que é de sete a oito meses; a maioria das franquias trabalha com este tempo estipulado em dois anos ou mais”, relatou o diretor executivo da rede
Com aproximadamente 40% ou até 80% de economia, clientes se vêem satisfeitos com novas contas de água após a aplicação do P.G.A – Projeto de Gestão de Água da rede de franquias TRC Sustentável.

Economizar água, principalmente em países como o Brasil, onde a cultura da economia e valorização desses recursos ainda caminha a passos de tartaruga, é tarefa para poucos. Pesquisas já mostraram que 48% dos brasileiros não controlam o consumo de água. Além disso, no Brasil, 36,4% da água são desperdiçados e apenas 40,8% do esgoto são tratados, segundo o Departamento de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente. Ou seja, há muito o que se fazer ainda!

Mas a TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos) já vem contribuindo para que esse quadro mude. Esta, que é a primeira e única rede de franquias do mercado a oferecer serviços e soluções em economia de água para imóveis residenciais e comerciais, tem revelado grandes histórias de sucesso através do trabalho dos mais de 40 franqueados que a marca tem pelo país.

Em terras mineiras três franqueados conseguiram altos índices de economia de água em seus clientes, por meio do P.G.A., um Projeto de Gestão de Água totalmente legal e ecologicamente correto capaz de reduzir o consumo de água dos clientes em até 60%. O sistema desenvolvido pela marca (exclusivo dela) propõe quatro etapas: análise dos hábitos de consumo, verificação de vazamentos, instalação dos dispositivos e acompanhamento feito por um software que monitora os gastos diários do cliente. “Conseguimos resultados surpreendentes, principalmente de trabalhos desenvolvidos por franquias recém-inauguradas da rede”, revela Anderson Silva, diretor executivo da TRC.

Primeiro passo na direção certa

No interior do Estado, em Juiz de Fora, os amigos de “época de escola” e sócios Gabriel Lobato Valladão e Rafael Carvalho de Gouvea – ambos hoje com 30 anos – conduzem uma franquia da TRC há quatro meses. E conseguiram um resultado impressionante de economia de água logo no primeiro trabalho que assumiram.

A dupla se viu diante da primeira missão de encontrar soluções para uma residência onde se detectaram problemas de pressão no hidrômetro da casa e vazamentos em torneiras (banheiro, cozinha, área se serviço) e vasos sanitários. E o resultado? O valor da conta de água do imóvel foi de R$369,42 em outubro para R$71,60, em dezembro – 80 % de economia.

Segundo Gabriel, válvulas de controle de pressão foram instaladas no hidrômetro para controlar a alta pressão originária das ruas que acabava gerando vazamentos. “Já nas torneiras, as válvulas de controle de vazão foram fundamentais para evitar o desperdício, otimizando o consumo de água em cada uma delas”, explica.

Além disso, os vasos sanitários com caixas acopladas também indicavam alta vazão de água. Por isso, foram aplicadas técnicas de economia de água, que permitiram que os vasos gastassem menos água, sem perder a eficiência.

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Equipe da franquia de Juiz de fora, durante aplicação do P.G.A.

Conta de água salgada, nunca mais!

Há 240 Km dali, em Divinópolis, encontra-se a franquia TRC Sustentável de João Batista Martins de Rezende, 27 anos, e Bruno Assunção Neves, 29, que iniciou as operações em setembro do ano passado. “No início do mês de outubro, um cliente nos solicitou o serviço com uma conta de água chegando a R$869,03 naquela época”, conta Martins.

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João Martins, franqueado da unidade Divinópolis

O estabelecimento em questão era composto por dois apartamentos residenciais, duas lojas e uma unidade industrial onde está instalada uma fábrica de roupas. “Identificamos que as unidades estavam consumindo um volume de água acima do ideal. E o desperdício de água se encontrava principalmente nas torneiras, que estavam com uma vazão acima do recomendável e nas válvulas de descarga, que não estavam ajustadas corretamente”, explica o franqueado.

Após a implantação do P.G.A, a história foi outra. Em novembro, a conta de água surpreendeu o cliente com o valor de R$407,24, e em dezembro chegou a R$300,44. Cliente feliz! Franqueados mais ainda! Foram 65% de economia como resultado.

Escassez de água além do estabelecimento

Já a história do trabalho dos franqueados/sócios José Walter Fagundes de Souza Filho, 31 anos, e Daniel Siran, 24 anos, revelou, na cidade de Montes Claros, um desafio que foi além dos problemas enfrentados pelo cliente, começando pelas condições físicas da região. “Vivemos em uma região com escassez de água potável e onde as secas castigam os produtores e moradores, com rodízio e desabastecimento em épocas de seca. Por isso, uma melhor gestão do consumo água aliada e a conscientização da população na preservação das nascentes e rios é primordial para que possamos trabalhar no problema”, revela Souza Filho.

E essa dedicação a conscientização começa no trabalho que a dupla vem promovendo há seis meses, desde que iniciaram as operações da unidade. Exemplo disso é a economia de mais de 48% que a franquia conseguiu aplicando o P.G.A em um bar da cidade, em setembro do ano passado, quando o cliente sofria com o desperdício de água. A conta de água do cliente foi de R$1025,05 (em outubro) para R$430,65 (em novembro).

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José Souza Filho e Daniel Siran, franqueados da TRC Montes Claros

“Foi aplicado o P.G.A completo. Atuamos com os redutores de vazão e estabilizadores de rede, além de técnicas de economia de água”, resume Souza Filho. Segundo o franqueado, os vazamentos aconteciam mais em pontos como torneiras de cozinha e de banheiro, assim como em mictórios e vasos sanitários.

“Estamos também desenvolvendo projetos de reúso da água do ar condicionado, a ser implantado em breve neste, nos outros e nos muitos clientes que ainda pretendemos conquistar”, finaliza.

 

SERVIÇOS

TRC Sustentável – Juiz de Fora (MG)

Avenida Presidente Costa e Silva, 1960 (sala 202)

Tel.: (32) 4141-2330

TRC Sustentável – Divinópolis (MG)

Rua do Serro, 216, Bairro Santa Clara

Tel.: (37) 9 9102-8835

TRC Sustentável – Montes Claros (MG)

Avenida Coronel Prates, 348, Ed. Athenas (sala 912), Centro

Tel.: (38) 3014-6262

 

SOBRE A TRC SUSTENTÁVEL

A TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos) é uma rede voltada para o desenvolvimento e comercialização de projetos voltados à sustentabilidade, auxiliando na preservação do meio ambiente. Fundada em 2004, a empresa adotou o modelo de franchising em 2013, e hoje possui mais de 40 unidades em 15 estados brasileiros. A TRC Sustentável se destaca no mercado por seus projetos e serviços exclusivos que auxiliam na redução de consumo de água significativamente. Entre eles o PGA, um projeto que inclui consultoria, know how, prestação de serviços e dispositivos aplicados que evitam desperdício de água, gerando economia.

Publicado em Jornal Dia a Dia

Fonte: Fatos & Ideias Comunicação

35% da água no Distrito Federal é desperdiçada

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Foto: Google

Desde o início do ano, o Distrito Federal passa por racionamento e rodízio de água nas cidades que são atendidas pela represa do Descoberto que está em baixa, operando com menos de 20% de sua capacidade. Escassez de chuvas em 2016 e falta de planejamento, estão entre as principais causas no abastecimento da região.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades, divulgaram que 35,1% da água distribuída na região é desperdiçada. Isso significa que mais de um terço da água que sai das represas, se perde no caminho por problemas de vazamentos, falhas na tubulação, fraudes e até roubo.

O desperdício é um problema recorrente em todo território nacional. O Amapá, por exemplo, desperdiça 72% da água distribuída, enquanto que no Distrito Federal apresenta um índice melhor do que a média desperdiçada em todo país (37%). Goiás apresenta o menor índice de perdas (30%). São Paulo, que recentemente passou por forte crise hídrica, perde 33% da água, uma pequena melhora em relação ao auge da crise, quando o índice estava em 34,3%.

Racionamento por tempo indeterminado

Ainda não se sabe por quanto tempo o racionamento de água no Distrito Federal irá durar, mas desde que passou a adotar essa medida, na semana passada, a capital federal deixou de gastar 550 litros de água por segundo. Números bem acima da expectativa que era de que a redução no consumo fosse de 10%, porém, o número chegou a 14%. Os dados são da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb). Ainda assim, não há previsão para o fim do racionamento. Segundo o presidente da Caesb, Maurício Luduvice, o objetivo é preparar para o próximo período de seca.

Emmanuel Tomaz, com informações do Blog do Planeta.

A água que “comemos” e não vemos

meat_atlas_coverVocê sabia que, além do gasto de água em nosso dia a dia, milhares da mesma são utilizados na produção de alimentos que consumimos diariamente? Segundo dados da Water Footprint para se produzir um quilo de carne, por exemplo, são necessários 15.500 litros de água.

A industria agropecuária é a maior consumidora de água doce e a maior causadora do desmatamento da Amazônia. Estudos apontam que daqui 10 anos, não poderemos consumir carne da forma que consumimos hoje, porque não teremos mais recursos naturais suficientes para produzir em grande escala.

No Brasil existe o movimento Segunda sem Carne, promovido pela Sociedade Vegetariana Brasileira. A iniciativa tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso da carne na alimentação tem sobre o meio ambiente. A fim de facilitar a adoção deste hábito, o próprio site do movimento fornece receitas, dicas de nutrição, notícias e informações qualificadas a respeito das razões éticas, ambientais e de saúde para passar essa ideia adiante.

Para ajudar a entender mais sobre esses impactos, foi lançado o “Atlas da carne” que mapeia a produção industrial de carne no mundo e como ela atinge recursos hídricos e solos, influencia as mudanças climáticas e aumenta a desigualdade. Para fazer o download gratuito da publicação, clique aqui. Vale a pena conferir!

Emmanuel Tomaz, com informações do Segunda Sem Carne e Water Footprint