15 opções de franquias para pontos pequenos

franquias-pontos-pequenosQuando você decide investir em uma franquia, precisa definir, também, qual é o melhor local para as suas instalações. Essa escolha passa por importantes decisões, já que os melhores lugares para instalar uma rede de franquias devem levar em conta o fluxo de pessoas que passa por ali, assim como o perfil e a classe da população que frequenta a região pretendida.

Mais: escolher um ponto requer cálculos na ponta do lápis, já que o valor do aluguel e das reformas para adaptar o local às necessidades do seu negócio farão toda a diferença no seu caixa.

Por isso, investir em franquias que exigem pontos pequenos pode ser uma boa alternativa para quem está começando e não tem tanto capital. “Espaços pequenos significam custos menores tanto de locação, como de aquisição do ponto e também da reforma. No entanto, você não pode sacrificar o tamanho da área necessária para poder expor a mercadoria e atender seu cliente”, destaca Luis Henrique Stockler, sócio presidente da ba}STOCKLER.

Dentre as opções, estão os quiosques, modelos enxutos e também com investimentos menores, ótimas apostas para quem quer entrar no franchising. “No entanto, é preciso ficar atento às dificuldades deste segmento. Se for quiosque em shopping, por exemplo, o contrato curto, de até seis meses, pode ser um empecilho para o negócio”, avalia o especialista.

Além disso, com a área menor também há menos espaço para a exposição e o atendimento, podendo ser mais difícil encantar o cliente. “O projeto tem de ser muito bem resolvido. E como a estrutura de pessoas e de produtos é muito enxuta, adequada ao tamanho do negócio, a operação deve ser muito bem pensada para ter alta eficiência no atendimento e na conversão de clientes”, esclarece.

A seguir, você confere algumas opções de marcas com franquias com pontos pequenos, em segmentos variados. Os dados são da ABF ou das próprias marcas e se referem exclusivamente a formatos até 50m².

15 – TRC Sustentável

Técnico Thiago Silva Perez

 

A rede faz o desenvolvimento e a comercialização de projetos voltados à sustentabilidade, auxiliando na preservação do meio ambiente. Fundada em 2004, a empresa adotou o modelo de franchising em 2013 e, atualmente, possui mais de 45 unidades em 15 estados brasileiros. A exigência de área mínima por unidade é de 20m².

Investimento inicial: R$ 75 mil
Taxa de franquia: R$ 50 mil
Royalties: nos 12 primeiros meses o franqueado paga royalties no valor de um salário mínimo nacional vigente. A partir do 13º mês, é o salário mínimo nacional vigente ou 5% do faturamento bruto, considerando o que for maior.
Faturamento médio mensal: R$ 30 mil
Prazo de retorno: de 10 a 14 meses

Fonte: Guia Franquias de Sucesso, publicado em 16 de março de 2017

 

O que é a Hora do Planeta e qual a sua importância para o meio ambiente?

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Imagem reprodutiva do evento A Hora do Planeta promovida pela WWF. Foto: Google

Diferentemente de muitos que podem pensar, a Hora do Planeta não é uma ação para economizar energia. É um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram sua preocupação com o meio ambiente, apagando as luzes durante sessenta minutos. O evento acontece neste sábado, dia 25/03, às 20h30 às 21h30.

A Hora do Planeta surgiu em 2007, em Sydney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2 mil empresas desligaram as luzes para demonstrar apoio ao ato que chamava atenção para as mudanças climáticas do planeta. Em 2008, cerca de 400 cidades de 35 países aderiram à ideia e de lá pra cá o evento tem ganhado cada vez mais destaque e número de cidades participantes. No ano seguinte, a WWF realizou o ato pela primeira vez no país. Em 2016, o evento chegou a 178 países e territórios e mais de 9 mil cidades e vilas. Em 2017, o evento chega aos seus 10 anos e pretende aproveitar o poder dos seus milhões de adeptos em todo o mundo para mudar o rumo das alterações climáticas.

Por que é importante?

De acordo com os organizadores, o projeto é importante por trazer, na sua raiz, a intenção em construir um futuro em que o homem viva em harmonia com o meio ambiente. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar a atenção para uma reflexão sobre a questão ambiental e os desafios impostos pelo aquecimento global.

Portanto, vamos todos apagar as luzes para acender um futuro melhor. Sua consciência vai iluminar o mundo.

 

Emmanuel Tomaz, com informações do site WWF

Na semana do Dia Mundial da Água, empresa responsável pela economia de 28 milhões de litros de água em 2016 revela tendências na área de sustentabilidade

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Somente em 2016, a rede de franquias TRC Sustentável foi responsável pelo equivalente a R$ 500 mil em economia nas contas de água de todos os clientes juntos atendidos ano passado

O termo “Sustentabilidade” deixou de ser moda há muito tempo. Logo, logo, ser sustentável não será mais uma opção de vida, mas sim uma obrigação de todos. Desperdício de água e de outros elementos naturais também passou a ser dinheiro jogado fora para muitas famílias e empresas. Segundo estudo divulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas), até 2030 quase metade da população mundial terá problemas com abastecimento de água. Portanto, nada melhor do que lembrarmos disso na semana do Dia Mundial da Água (22/03) e avaliarmos como mudar esse quadro.

Dados revelam também que a porcentagem de clientes dispostos a pagar valores mais elevados por produtos e serviços de empresas que retribuem à sociedade é de 66%, segundo um estudo da Nielsen. Além disso, de acordo com pesquisa da Roland Berger, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha o mercado sustentável brasileiro deve crescer entre 5% e 7% ao ano até 2020, mesmo nível do avanço estimado para o mercado mundial, de 6,5% ao ano nas duas primeiras décadas deste século.

“Hoje em dia, 37% de toda água tratada no Brasil se perde, ou seja, é desperdiçada. Por isso, os negócios ligados à sustentabilidade estão na lista de tendências mundiais, quando o assunto é empreendedorismo. Mas, educação ambiental ainda é um tópico que caminha em passos lentos no Brasil. O brasileiro só começou a tomar consciência sobre a importância de sua participação em relação às questões ambientais há, relativamente, pouco tempo, principalmente após a recente crise hídrica do país”. É o que acredita Anderson Silva, diretor executivo da TRC Sustentável.

A marca surgiu em 2004 para oferecer ao mercado soluções em economia de água, tanto para imóveis físicos quanto jurídicos. E é a única no segmento de franquias a oferecer serviços nesse perfil. “Graças aos nossos serviços, somente no ano passado já economizamos 28 milhões de litros de água. O equivalente a R$ 500 mil em economia nas contas de água de todos os clientes e serviços prestados”, revela o executivo.

INOVAÇÃO NO MERCADO

O carro-chefe da TRC Sustentável é o serviço exclusivo P.G.A, um Projeto de Gestão de Água totalmente legal e ecologicamente correto, capaz de reduzir o consumo de água dos clientes em até 60%. O sistema desenvolvido pela empresa propõe quatro etapas: análise dos hábitos de consumo, verificação de vazamentos, instalação dos dispositivos e acompanhamento feito por um software que monitora os gastos diários do cliente.

“Países como EUA, Canadá e continente europeu comercializam restritores de vazão e pressão, similares aos que a TRC utiliza. Porém, as técnicas empregadas pela rede utilizando estes produtos, que configuram o PGA (Projeto de Gestão da Água), é que tornam o nosso serviço único e exclusivo”, reforça Anderson. E para esse ano o serviço ainda deve ser aprimorado. “Estamos planejando a inclusão de novos produtos de detecção de vazamentos com sondas eletrônicas via aplicativo de celular, que irá medir o consumo por gráficos e não somente por som, como é feito atualmente”, adianta.

A rede também oferece um serviço chamado Acha Vazamento, no qual os profissionais da TRC Sustentável localizam os locais que indicam o problema com precisão sem danificar a estrutura do imóvel. “A tecnologia que empregamos aqui é a mesma adotada em outros países”, conta o executivo. Já o Sistema Automatizado para Economia de Água viabiliza o uso racional e consciente da água, por meio de torneiras sensorizadas, pedais e secadores de mãos, gerando uma economia de estimada em 35% a 80% na conta de água. “A torneira com sensor é uma tendência de utilização, principalmente onde tem grande fluxo de pessoas, como shoppings, centros comerciais e hospitais”, explica Anderson.

As Estações de Tratamento de Esgoto Portáteis são utilizadas em regiões que ainda utilizam fossas, o que, através de um reservatório especial e bactéria orgânica, a água tratada possa ser utilizada na irrigação de terras. “Geralmente indústrias e empresas são as que mais precisam das estações de tratamento de esgoto e efluentes, pois elas usam a água para fabricar seus produtos e deixam resíduos que prejudicam a saúde humana. Com o uso da ETE é possível reaproveitar a água para outros fins, além de gerar um adubo orgânico de ótima qualidade para ser utilizado nas plantas”, explica o especialista.

Enquanto isso, as Cisternas Modulares (kit Reuso) oferecidas pela TRC são reservatórios projetados para captar água da chuva e da máquina de lavar, que possam ser utilizadas na limpeza da casa, calçadas, carros e até em descargas sanitárias, podendo gerar uma economia de até 50% no consumo de água potável no imóvel. “O hábito no ato de reúso de água está caminhando aos poucos no Brasil, mas já apresenta uma evolução considerável. O número de projetos que inclui sistemas de coleta de água da chuva, incluindo legislações próprias em diversos municípios do Brasil, onde a coleta em edificações é lei, já demonstra isso”, acredita Anderson.

Cisterna de captação de água da chuva.
Cisterna de captação de água da chuva.

Ainda esse ano, a rede deve firmar parcerias com empresas que trabalham com energia fotovoltaica para agregar soluções que envolvam redução de custos e sustentabilidade. “A ideia é que os franqueados possam oferecer também soluções em energias renováveis”, adianta Anderson.

ECONOMIA DE ÁGUA NO BRASIL TODO

O diretor da rede ainda acredita que determinadas regiões do país, especificamente, devem receber mais atenção nesse sentido, em 2017. “Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e mais recentemente Brasília passaram por problemas no abastecimento de água. No Rio de Janeiro, por exemplo, em algumas regiões, ainda há rodízios de utilização de água e os moradores sofrem para se adaptar a essa limitação”, explica.

É nessas regiões que a TRC deve direcionar deus planos de expansão nesse primeiro semestre de 2017 – para as principais capitais do país. Até o final de junho, a rede tem como meta 15 novas unidades e fechar o semestre com o faturamento de R$ 1 milhão de faturamento bruto. “Até o fim de 2017 pretendemos chegar ao número de 70 unidades atuando pelo Brasil afora”, revela Anderson. Atualmente, são 45 unidades em operação pelo país. Dentro dessa meta, somente para São Paulo (capital), pelo menos 6 novas unidades estão programadas para esse ano, e mais quatro no interior do Estado. “Para o Rio de Janeiro queremos chegar a municípios como Nova Iguaçu e também a Região dos Lagos (Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo)”, acrescenta Anderson.

SOBRE A TRC SUSTENTÁVEL

A TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos) é uma rede voltada para o desenvolvimento e comercialização de projetos voltados à sustentabilidade, auxiliando na preservação do meio ambiente. Fundada em 2004, a empresa adotou o modelo de franchising em 2013 e, atualmente, possui mais de 45 unidades em 15 estados brasileiros. A TRC Sustentável se destaca no mercado por seus projetos e serviços exclusivos que auxiliam na redução de consumo de água significativamente. Entre eles o PGA, um projeto que inclui consultoria, know How, prestação de serviços e dispositivos aplicados que evitam desperdício de água, gerando economia.

Informações para a imprensa:

Fatos&Ideias Comunicação – (17) 3216-5809 – fatoseideias@fatoseideias.com.br
Renata Brito – (17)9 9107-4530 – renata@fatoseideias.com.br
Marina Castellan – marina@fatoseideias.com.br

80% da água residual no mundo é despejada sem tratamento

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Menina se banha em rio poluído, Jakarta, na Indonésia; cidade tem mais de 9 milhões de habitantes. Foto: Crack Palinggi/Reuters

O Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos alerta para a necessidade de se reaproveitar a água para preservar meio ambiente e sanar escassez. Segundo este relatório, que será apresentado nesta quarta-feira, 22, em Durban, na África do Sul, por ocasião do Dia Mundial da Água, 80% dos efluentes do mundo são despejados sem o devido tratamento no meio ambiente.

Intitulado de “Águas Residuais: o recurso inexplorado”, o relatório argumenta que, uma vez tratadas, as águas residuais poderiam se tornar fontes importantes para satisfazer a crescente demanda por água doce e outras matérias-primas. “As águas residuais são um recurso valioso em um mundo no qual a água é finita e a demanda é crescente”, afirma Guy Ryder, presidente da ONU Água e diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Todos podem fazer a sua parte para alcançar a meta do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável para reduzir pela metade a proporção de águas residuais não tratadas e aumentar a reutilização de água potável até 2030”, completa.

Segundo o estudo da Unesco, 56% de toda água doce captada no planeta se torna água residual, ou seja, esgoto ou efluente industrial ou agrícola. Mas, enquanto países de renda alta tratam cerca de 70% das águas residuais urbanas e industriais que produzem, essa proporção cai para 38% nos países de renda média-alta, 28% nos países de renda média-baixa e para apenas 8% nos países de renda baixa, o que resulta em uma média global de somente 20% do total. No Brasil, estima-se que entre 40% e 50% dessa água seja tratada.

“Nos países de renda alta, a motivação para o tratamento avançado das águas residuais diz respeito à manutenção da qualidade do meio ambiente ou à busca por uma fonte alternativa de água para fazer frente à escassez desse recurso. No entanto, o despejo de águas residuais não tratadas continua sendo uma prática comum, especialmente nos países em desenvolvimento, devido à falta de infraestrutura, de capacidade técnica e institucional, e de financiamento”, afirma o relatório. Segundo o estudo, 2,4 bilhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso a saneamento básico e quase 1 bilhão ainda praticam a defecação ao ar livre.

Riscos

Oficial de Meio Ambiente da Unesco no Brasil, o biólogo Massimiliano Lombardo explica que o despejo de águas residuais sem o devido tratamento compromete a saúde da população e pode até levar pessoas à morte ao longo do tempo se consumidas. “Os números mostram que 760 mil crianças morrem todos os anos antes de completarem cinco anos de vida por causa de diarreia provocada pelo contato com água contaminada”, diz.

Além disso, solventes e hidrocarbonetos produzidos por atividades industriais e de mineração, bem como a descarga de nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio pela agricultura intensiva aceleram a eutrofização da água potável e dos ecossistemas costeiros e marinhos. Estima-se que 245 mil km² de ecossistemas marinhos – quase o tamanho do Reino Unido – são atualmente afetados por esse fenômeno.
Lombardo explica que por causa do crescimento populacional e dos processos de industrialização e urbanização, o despejo de água residual tem crescido em todo o mundo e que ampliar seu tratameto é algo urgente. “A mensagem central do relatório é a de que as águas residenciais não são um problema, mas sim recursos valiosos que podem ser reutilizadas como fonte de abastecimento seja para irrigação, produção industrial, de energia e até para consumo humano. É uma mudança de paradigma. Em vez de pensar como um problema, algo a descartar, essa água pode ser a solução de muitas cidades que sofrem com escassez hídrica, afirma.

 

Água Criança aguarda por abastecimento de água potável no acampamento improvisado para refugiados, em Mumbai, na Índia. Foto: Indranil Mukherjee / AFP
Água Criança aguarda por abastecimento de água potável no acampamento improvisado para refugiados, em Mumbai, na Índia. Foto: Indranil Mukherjee / AFP

Escassez

Segundo o documento, atualmente, dois terços da população mundial vivem em áreas com escassez de água ao menos durante um mês por ano e que cerca de 500 milhões de pessoas moram em áreas nas quais o consumo de água excede em duas vezes os recursos hídricos renováveis localmente. Lombardo afirma, contudo, que para reaproveitar as águas residuais para consumo humano países como o Brasil precisam regular o reúso por meio de lei e esclarecer à população sobre a confiabilidade do tratamento. “Temos de começar agora a desenvovler um marco regulatório e aumentar a consciência social sobre o reúso da água”, afirma.
Atualmente, as águas residuais são mais utilizadas para a irrigação agrícola, prática adotada por ao menos 50 países que representam cerca de 10% de todas as terras irrigadas. O método, porém, levanta preocupações de saúde quando a água contém patogênicos que podem contaminar as culturas. Dessa forma, o desafio é passar de uma irrigação informal para um uso planejado e seguro, como a Jordânia tem feito desde 1977, sendo que 90% das suas águas residuais tratadas são utilizadas para a irrigação.

Na indústria, essa água residual pode ser reutilizada para aquecimento e resfriamento, por exemplo, ao invés de ser descartada no meio ambiente. Já no caso de reúso para abastecimento de água potável, os exemplos mais conhecidos no mundo são o de Windhoek, capital da Namíbia, na África, que reaproveita 35% da água residual desde 1969. Os habitantes de Cingapura e de San Diego, nos Estados Unidos, também bebem, com segurança, água que foi reciclada.

Fonte: Estadão